Home Data de criação : 10/07/05 Última atualização : 11/10/17 12:18 / 35 Artigos publicados

PLANOS DE AULA: LINGUAGEM ORAL E ESCRITA

DINAMICAS DE AULA  (PLANOS DE AULA: LINGUAGEM ORAL E ESCRITA) escrito em quarta 07 julho 2010 23:02

N Humano

Material: nenhum.
Grupo de no mnimo 10 pessoas.

Forme um crculo, todos de mos dadas. Oriente cada um para observar bem que est a seu lado direito e a seu lado esquerdo - "No pode esquecer, nem trocar!".
Pea ao grupo que solte as mos e caminhe livremente pela sala, procurando cumprimentar pessoas diferentes daquelas que estavam a seu lado. Depois pea que parem onde esto.
Pea que cada um procure, sem sair do lugar, dar a mo novamente a quem estava sua direita e sua esquerda (quanto mais confusa for esta parte melhor). No final, voc deve ter um amontoado de gente.
Agora a brincadeira comea: o objetivo , sem soltar as mos, voltar a ter um crculo no centro da sala. O grupo deve conversando entre si, determinar quem passa por baixo de que braos, e por cima de outros braos, at que o crculo fique completo.

Podem se formar vrios grupos, e faz-los competir entre si (quem termina mais rpido, quem termina certo, etc..).

Reflexo
Josaf Ramalho - Catlica, MA

Depois do jogo, proponha uma reflexo: Alguns tero que fazer um esforo maior que outros, mas todos tero que fazer a sua parte. Esta dinmica chama a aten豫o para a mensagem de que, se o trabalho em grupo planejado, tudo funciona melhor, e o resultado certamente ser positivo.


Minha tia foi a Roma e trouxe...

Material: nenhum. Pode ser feita at mesmo dentro de um nibus em viagem...

Forme um crculo (ou determine uma ordem de participantes).
O primeiro comea "Minha tia foi a Roma e trouxe um chapu" (ou qualquer objeto).
O prximo dever dizer "Minha tia foi a Roma e trouxe um chapu e uma meia" (ou seja, repete o que o primeiro disse e acrescenta seu prprio objeto).
E assim sucessivamente. Quem errar sai do jogo, assim o ltimo que conseguir lembrar a ordem completa de objetos o vencedor (ou pode-se encerrar o jogo ao perceber os primeiros sinais de desgaste da brincadeira).

Para aumentar a dificuldade:
O prximo objeto a ser citado deve comear com a letra seguinte no alfabeto, da letra inicial do objeto anterior:
"Minha tia foi a Roma e trouxe..." um Abacate, uma Bolsa, um Cinto, etc...

A lista de objetos restrita, por exemplo, s pode usar nomes de flores, ou nomes de frutas, ou objetos do pas que a tia visitou.

Variante:
Usar este jogo para lembrar os nomes das pessoas de um grupo.
O primeiro diz "Eu me chamo..." (e diz o seu nome) o seguinte dever dizer "Eu me chamo..." o nome do primeiro seguido do seu prprio.


Os Bichos

Material: Cartes com figuras ou nomes de animais. Voc vai precisar de 2 cartes de cada animal.

Distribua um carto para cada criana, sem que as outras vejam a figura.
Pea que se espalhem bem pelo salo, e ao seu sinal, cada criana deve fazer o som (a voz) do animal no seu carto. importante que cada um faa somente o som do animal no seu prprio carto.
Pelo som, cada criana deve achar o seu par e a medida que se encontram podem sentar-se ou formar uma fila.

Para contar a histria da cria豫o, voc pode usar este jogo como ponto de partida para uma conversa: De onde vem tantos animais diferentes? Voc sabia que foi Deus que criou cada um destes animais? etc..
Para a Arca de No, voc pode determinar que uma sala seja a arca, e os "animais" a medida que acham o seu par so conduzidos para l por uma pessoa fantasiada de No e que contar a histria.


Quem sou eu?
Objetivo
Tornar os membros do grupo conhecidos rapidamente, num ambiente relativamente pouco inibidor

Passos
1- Cada um recebe uma folha com o ttulo: "Quem sou eu?"
2- Durante 10 minutos cada um escreve cinco itens em rela豫o a si mesmo, que facilitem o conhecimento.
3- A folha escrita ser fixada na blusa dos participantes.
4- Os componentes do grupo circulam livremente e em silncio pela sala, ao som de uma msica suave, enquanto lem a respeito do outro e deixa que os outros leiam o que escreveu a respeito de si.
5-Logo aps reunir 2 a 3 colegas, com os quais gostariam de conversar para se conhecerem melhor. Nesse momento possvel lanar perguntas que ordinariamente no fariam

Avalia豫o
1- Para que serviu o exerccio?
2- Como nos sentimos?


Entrevista
Objetivos
1. Obter conhecimentos, informa寤es ou mesmo opinies atuais a respeito de um tema.
2. Utilizar melhor os conhecimentos de um especialista.
3. Obter mais informa寤es em menos tempo.
4. Tornar o estudo de um tema, mais dinmico
Passos
1. Coordenador apresenta em breves palavras, um tema, deixando vrias dvidas sobre o mesmo(propositalmente).
2. Coordenador levanta com o grupo, a possibilidade de completar o conhecimento atravs de entrevista junto a pessoas que so estudiosas do assunto.
3. O grupo define o entrevistado.
4. O grupo, orientado pelo coordenador prepara as perguntas para a entrevista.
5. Convite ao entrevistado.
6. Representante do grupo faz as perguntas.
7. Auditrio vai registrando as perguntas.
8. Coordenador possibilita comentrios sobre as respostas dadas pelo entrevistado.
9. Coordenador faz uma sntese de todo o contedo.
10. Discusso sobre o assunto.
11. Grupo(auditrio) apresenta, verbalmente, suas concluses

Avalia豫o
1. Para que serviu a dinmica?
2. O que descobrimos atravs da entrevista?
3. O que gostaramos de aprofundar sobre o assunto?

 

O Boneco
Material : 2 folhas de papel para cada participante, hidrocor, fita adesiva, cola e tesoura
Objetivo: Mostrar aos participantes, a importncia da unio

Cada membro do grupo deve desenhar em uma folha de papel uma parte do corpo humano, sem que os outros saibam. Aps todos terem desenhado, pedir que tentem montar um boneco ( na certa no vo conseguir pois, Tero vrios olhos e nenhuma boca... ). Em seguida, em outra folha de papel, pedir novamente que desenhem as partes do corpo humano (s que dessa vez em grupo) Eles devem se organizar, combinando qual parte cada um deve desenhar. Em seguida, aps desenharem, devem montar o boneco. Terminada a montagem, cada membro deve refletir e falar sobre como foi montar o boneco. Quais a dificuldades, etc. ...

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PLANO DE AULA POEMAS  (PLANOS DE AULA: LINGUAGEM ORAL E ESCRITA) escrito em segunda 05 julho 2010 15:18

Poemas para cantar

Contedo
Linguagem Musical

Introdu豫o
Nesta seq獪ncia de atividades, alm de ampliar seu repertrio musical, as crianas podem conhecer um pouco mais sobre a can豫o uma composi豫o normalmente curta, que combina msica uma melodia com poesia a letra.

Objetivos
- Ampliar o repertrio musical das crianas
- Aprender a ouvir/apreciar msicas diversas
- Conhecer alguns poemas ou obras literrias musicadas

Contedos especficos
Escuta musical
Repertrio musical
Poesia
Can寤es

Ano
4 a 6 anos

Tempo estimado
Um semestre

Material necessrio
Voc vai precisar de alguns livros e de um aparelho de som.
Para a realiza豫o desta seq獪ncia, sugerimos algumas obras musicais com as caractersticas pedidas pela atividade:

CDs: A Arca de No - volumes 1 e 2 (poemas de Vincius de Moraes), Universal; De Paes para Filhos, de Paulo Bi (poemas de Jos Paulo Paes), MCD Records; Quero Passear, do Grupo Rumo, Palavra Cantada; Can寤es dos Direitos das Crianas, diversos artistas, Movieplay.

Desenvolvimento das atividades
Ouvir can寤es em roda
Na primeira atividade, leve o aparelho de som e apresente para a classe o que escutaro juntos. Conte s crianas que algumas das can寤es que vo ser ouvidas foram originalmente escritas como poesia. Esse o caso, por exemplo, das faixas que compem o CD A Arca de No, cujas letras so de Vincius de Moraes, que s ganharam o acompanhamento da msica muito tempo depois de terem sido criadas.

Leia os poemas, textos ou letras das can寤es antes e tambm depois de ouvir a msica. Procure deixar ao alcance das crianas, os livros em que esto os poemas ou textos musicados, para que eles sejam manuseados aps a roda de leitura e msica, e tambm em outros momentos do dia.

Ao fim de um perodo, todos devem saber cantar as msicas aprendidas, e podem cantar com a grava豫o.

Faa com que a atividade de escutar can寤es e poemas musicados seja um momento especial: crie uma aconchegante roda de msica, na prpria sala de convvio dirio, e realize esse encontro, por exemplo, duas ou trs vezes por semana. Depois de conhecidas, as msicas passaro a fazer parte do repertrio das crianas, e podero ser tocadas e ouvidas em outros momentos do dia.

Avalia豫o
Quando a atividade envolve msica, importante que o professor no compare as aprendizagens, mas que consiga observar as caractersticas de cada criana dentro do grupo. Ao escutar uma can豫o, elas no manifestam seu prazer e seu interesse da mesma maneira. Nem todas danam ou batem palmas; algumas preferem se manter atentas, apenas escutando, o que no significa no gostar do que ouvem.

importante que o professor reconhea as manifesta寤es de prazer e desprazer de seus alunos diante da msica. Ele pode organizar rodas de aprecia豫o musical, em que todos conversaro sobre suas msicas preferidas, sobre porque gostam ou no de determinada obra. Com isso em mente, podem ser bons critrios de observa豫o:

- As crianas incorporaram can寤es apresentadas na roda de msica ao seu repertrio? Cantam-nas espontaneamente?
- As crianas se interessaram em procurar e localizar os poemas/letras de can寤es nos livros?
- As crianas pedem, em outros momentos do dia, para que o professor toque as can寤es que escutaram na roda de msica?

Quer saber mais?

INTERNET
Declara豫o Universal dos Direitos da Criana - Unicef

A poesia infantil no Brasil: um panorama histrico, por Lus Camargo (escritor e ilustrador de livros para crianas)

A arca de Vincius de Moraes(letras dos poemas e link para ouvir as can寤es)

BIBLIOGRAFIA
A Arca de No, de Vincius de Moraes, Cia. Das Letrinhas;

Poemas para brincar, de Jos Paulo Paes, Ed. 햠ica;

Declara豫o dos Direitos das Crianas, documento elaborado pela Organiza豫o das Na寤es Unidas, a ONU. 

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